O Papel do Assistente Operacional na Educação Inclusiva turma Inclusao_PND_T1
Apresentação
No âmbito do paradigma da Educação Inclusiva, considerou-se importante incluir, no Plano de Ação deste CFAE, formação específica na área da Educação Inclusiva para o Pessoal Não Docente, Assistentes Operacionais, enquanto estratégia facilitadora da melhoria do seu desempenho. Tendo em consideração o enquadramento legal em vigor e o contexto, inclusão de uma Escola de TODOS, para TODOS, que surgem bastantes, dificuldades, ao Pessoal não Docente, ao nível de aplicações de estratégias/ações adequadas nestes alunos. É neste sentido, e de acordo com o art.º 11.º, ponto 1, alínea c), que surge esta formação para que haja uma prestação de serviços nas escolas, destes profissionais, competente, conhecedora e com qualidade, permitindo dar respostas adequadas aos alunos com necessidades educativas
Destinatários
Assistentes operacionais
Objetivos
- Sensibilizar para a Educação Inclusiva; - Conhecer o enquadramento legal da Educação Inclusiva; - Reforçar competências para os novos desafios que o pessoal não docente tem de desempenhar na escola inclusiva; - Conhecer algumas problemáticas dos alunos do domínio cognitivo e motor; - Consciencializar para a atuação (noções básicas e técnicas) junto de alunos com necessidades Educativas; - Promover melhores desempenhos profissionais com alunos com Necessidades educativas.
Conteúdos
1-Educação Inclusiva - Um novo paradigma. 1.1-A inclusão no quadro do sistema Educativo Português. – 1h 2-Deficiências do foro cognitivo e motor – Definição e conceitos. 1h 3-Necessidades Educativas: domínio cognitivo e motor 3.1- Epilepsia – causas, noções e técnicas de atuação. – 2 h 3.2- Espinha Bífida – causas, noções e técnicas de atuação. – 2 h 3.3- Autismo – causas, noções e técnicas de atuação. – 2 h 3.4 – Hiperatividade - causas, noções e técnicas de atuação. – 2 h 3.4- Multideficiência – conceito e técnicas de atuação. – 2 h 3.5- Doenças raras. – 2h Avaliação: 1h
Metodologias
A ação assentará numa abordagem construtiva que estimule a interação entre os formandos num equilíbrio da teoria e da prática, análise/reflexão e o debate, bem como o desenvolvimento de atividades práticas de consolidação e de operacionalização.
Avaliação
A avaliação será qualitativa e quantitativa numa escala de 0 a 20. Participação - 40% Assiduidade - 20% Teste escrito / Trabalhos – 40%
Modelo
Questionário a preencher pelos formandos para avaliar a ação Relatório final do formador
Bibliografia
Direção-Geral da Educação (2018). Para uma Educação Inclusiva: Manual de Apoio à Prática. Lisboa: Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação. Bartolo, P. et al. (2007). Responding to student diversity: Teacher’s handbook. Malta: University of Malta. European Agency for Special Needs and Inclusive Education, 2015. Inclusive Pre-Primary Education (IPPE) Project: Conceptual Framework. Odense, Denmark. www.european-agency.org/agency-projects/meetings (Last accessed March 2017). Madureira, I. & Leite, T. (2003). Necessidades educativas especiais. Lisboa: Universidade Aberta Sanches-Ferreira, M. (2007). Educação regular e educação especial – Um história de separação. Edições Afrontamento.